segunda-feira, 31 de maio de 2010

Conclusão

As Redes Sociais foram como uma técnica chave na sociologia moderna; podendo ser utilizada de formas bem intencionadas como, ser aplicada e desenvolvidas no âmbito de disciplinas, utilizadas para estudar, conversar entre amigos, conhecer novas pessoas, etc. Como também de formas mal intencionadas, pra fazer o mal, como vemos milhares de casos atualmente de abuso e exploração sexual, pedofilia, pornografia, através dessas redes sociais que fazem vitimas a todo minuto, também são usadas para fazer criticas e agressões à uma pessoa, com o intuito de agredi-las, são conhecidas como Cyberbullying . Então devemos utilizar as Redes Sociais prestando bastante atenção com quem conversamos, nunca dar liberdades a um estranho, e também nunca expor nossas vidas por completo, nem dar muitas informações pessoais; devemos então ficar atentos a esses perigos.

Jaqueline Costa de Lima, n° 21



Por tudo isto, parece-me ser do relevante interesse de todos que se exija uma maior regulação e um enquadramento legal na utilização da Internet e das redes sociais. Tratando-se de um espaço onde se reproduzem
- em espelho - os mesmos mecanismos de desvio às normas e os mesmos comportamentos que, noutro local, são considerados como fora da lei, é no mínimo espantoso que este continue a ser um espaço sem lei. E se advogo uma maior atenção para esta matéria é porque estou bem ciente das vantagens para todos, mas sobretudo - e muito em particular - para os utilizadores mais frágeis e propensos a situações de abuso. É que facilitar e contemporizar com as utilização das redes virtuais equivale a dar um automóvel ligeiro a um condutor menor e não encartado: este até poderá conduzir uns quilómetros sem incidentes, mas quando estiver numa situação mais perigosa a probabilidade de ser envolvido numa situação de acidente aumentará de um modo exponencial. Como se percebe, também nesta matéria da utilização livre das redes sociais todo o cuidado é pouco e - infelizmente - até agora parece que não tem sido nenhum…

Camila S. Lopes - Número: 08

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