segunda-feira, 31 de maio de 2010


Sem as redes sociais não seriamos nada certo? ok...

São elas quem nos ajudam a encontrar coisas que acontecem mundo a fora, pesquisar qualquer coisa de nosso interesse, buscar imagens, baixar arquivos, na Internet podemos tudo!

Algumas redes Sociais, são para trabalhos... Empresas, firmas, fabricas, imóveis, enfim... e outras são de relacionamentos, humorísticas, canais de televisões! Vemos que por esse lado, a Internet é um ótimo meio de comunicação... Mas vendo por outro ângulo, nada é perfeito! Existem muitos casos de abusos pela Internet, sites proibidos para menores..é incrivél , quando uma criança ou um adolescente lê: PROIBIDO, é ai que esta o problema, e é ai que clicam, pois ficam curiosos em saber o que tem la,que é tão proibido assim... Muitos casos de abusos, pedofilia, mortes, sumiço... acontecem primeiramente por via Internet, para depois vir a vida real. Isso é o que eu acho em minhas palavras, mas se quiserem um texto bonito e tudo mais... é só pesquisar no google, porque aqui eu disse o que eu exactamente penso sobre. Beijos a todos professores queridos.

Comunicar é a base para tudo, seja de que forma for, escrita, por gestos, através de uma expressão facial, por imagens, vídeos ou qualquer outra forma é essencial para uma boa interacção. Nas empresas isto não é excepção pois é preciso cativar e contactar com clientes, fornecedores, colaboradores e accionistas por isso é preciso estar sempre a pensar na melhor forma para o fazer.

Assim, após a recolha, análise e organização de informação e tendo em conta os objectivos da empresa, sugeria a utilização do Ning pelas suas características que apelam a que as pessoas criem a sua própria rede de acordo com os seus interesses. No entanto, o Facebook é a rede social mais utilizada em diversos países e tendo em conta que se pretende chegar a novas audiências isto é uma mais-valia. E o Linkedin é muito utilizado por profissionais.

Outra sugestão é o Second Life que com tantos casos de sucesso da utilização deste ambiente virtual e com tudo o que nos oferece parece-me uma boa opção para chegar a um público de todas as idades e dinamizar a interacção da empresa com algo novo a oferecer porque as pessoas gostam é de novidades. No Second Life podia-se fazer actividades, reuniões, dar formação, divulgar eventos e outras actividades e por exemplo fazer simulações para que houvesse não só uma maior interacção com o cliente mas também com outras pessoas que podiam testar o produto e dar a sua opinião.

Para além destas ferramentas, a utilização de Wikis, Social Bookmarking e Software Social são uma grande ajuda no desenvolvimento de projectos, não só para a equipa como também para o cliente que pode acompanhar o seu desenvolvimento mais de perto.

Para finalizar acho importante referir que talvez no final do ano sairá uma nova ferramenta Google Wave que vai disponibilizar muitas características vantajosas para as empresas, para além de ser uma novidade e talvez cresça significativa e rapidamente.

Fernanda Pereira De Souzan nº15

Conclusão

As Redes Sociais foram como uma técnica chave na sociologia moderna; podendo ser utilizada de formas bem intencionadas como, ser aplicada e desenvolvidas no âmbito de disciplinas, utilizadas para estudar, conversar entre amigos, conhecer novas pessoas, etc. Como também de formas mal intencionadas, pra fazer o mal, como vemos milhares de casos atualmente de abuso e exploração sexual, pedofilia, pornografia, através dessas redes sociais que fazem vitimas a todo minuto, também são usadas para fazer criticas e agressões à uma pessoa, com o intuito de agredi-las, são conhecidas como Cyberbullying . Então devemos utilizar as Redes Sociais prestando bastante atenção com quem conversamos, nunca dar liberdades a um estranho, e também nunca expor nossas vidas por completo, nem dar muitas informações pessoais; devemos então ficar atentos a esses perigos.

Jaqueline Costa de Lima, n° 21



Por tudo isto, parece-me ser do relevante interesse de todos que se exija uma maior regulação e um enquadramento legal na utilização da Internet e das redes sociais. Tratando-se de um espaço onde se reproduzem
- em espelho - os mesmos mecanismos de desvio às normas e os mesmos comportamentos que, noutro local, são considerados como fora da lei, é no mínimo espantoso que este continue a ser um espaço sem lei. E se advogo uma maior atenção para esta matéria é porque estou bem ciente das vantagens para todos, mas sobretudo - e muito em particular - para os utilizadores mais frágeis e propensos a situações de abuso. É que facilitar e contemporizar com as utilização das redes virtuais equivale a dar um automóvel ligeiro a um condutor menor e não encartado: este até poderá conduzir uns quilómetros sem incidentes, mas quando estiver numa situação mais perigosa a probabilidade de ser envolvido numa situação de acidente aumentará de um modo exponencial. Como se percebe, também nesta matéria da utilização livre das redes sociais todo o cuidado é pouco e - infelizmente - até agora parece que não tem sido nenhum…

Camila S. Lopes - Número: 08

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Como se defender do cyberbullying


No Brasil, ainda não há uma lei específica para punir o cyberbullying. Praticado quase sempre por jovens e adolescentes que se escondem através de identidades falsas, o crime parece ser fácil de permanecer impune. Mas é possível, sim, identificar os autores através de rastreamentos realizados por profissionais capacitados. Para isto, é importante que as vítimas, juntamente com seus responsáveis, procurem as Delegacias Especializadas em Crimes Cibernéticos. Nas cidades em que este serviço não é oferecido, os pais devem se dirigir a uma Delegacia de Polícia ou à Promotoria da Infância e Juventude, e levar páginas ou emails que contenham as ofensas para servir de prova na abertura de um inquérito. As denúncias de cyberbullying também podem ser feitas através da SaferNet Brasil, uma associação formada por diversos profissionais (cientistas da computação, professores, pesquisadores e advogados), que hoje é considerada como referência no combate aos crimes que violam os direitos humanos através da internet. Se você for vítima de cyberbullying, não entre em desespero ou fique acuado. “Gente que se dedica a atingir os outros dessa forma é porque não tem amigos, família ou vida para se ocupar. É preciso ser superior e, o mais importante, feliz, para a infelicidade dessas pessoas”, disse Ana Carolina Favano. E, claro, denuncie os agressores sem medo, pois quem se esconde atrás do anonimato da internet não é tão valente quanto parece.

Redes sociais e o impacto delas sobre a vida diária de um usuário comum.


Milhares de pessoas comuns usam os computadores de suas casas, escritórios, lan houses e cafeterias para criar conteúdo sobre as empresas, marcas e produtos. Cada vez mais os internautas estão formando comunidades que utilizam vídeos, áudios, fotos, músicas e animação para influenciar o relacionamento dos clientes com as empresas.

Hoje, são mais de 300 redes sociais no mundo. No Brasil, a rede social mais conhecida é o Orkut, o mais bem sucedido portal no país. De acordo o Ibope/NetRatings, em maio de 2008, o Orkut registrou 16 milhões de internautas residenciais. Ainda de acordo com esse estudo, 20,6 milhões de pessoas navegam em sites de mídia social na Internet residencial brasileira por mês, equivalente a 88,6% do total dos usuários ativos.

TRAGÉDIA!

Os casos de cyberbullying, no entanto, nem sempre terminam de forma pacífica. Estados Unidos, Megan Méier, de apenas 13 anos, foi mais uma vítima. Durante um mês ela manteve um “namoro virtual” com um jovem de 16 anos chamado Josh Evans, que havia conhecido através do MySpace. O romance terminou quando o rapaz subitamente passou a agredi-la e mandou-lhe uma mensagem dizendo que “o mundo seria melhor se você não existisse”. No dia seguinte, jovens que tinham link para o perfil de Josh no MySpace aderiram à briga e passaram a insultar Megan. A adolescente deixou o computador e foi para seu quarto aos prantos. Apenas 15 minutos depois, sua mãe encontrou-a enforcada. Algumas semanas depois da morte de Megan, os pais dela descobriram que Josh Evans era, na verdade, uma vizinha de 47 anos que morava a quatro casas de distância da família, e havia inventado o perfil junto com sua filha “apenas para zoar”. O caso chocou a população e os vereadores locais aprovaram uma lei para punir os casos de assédio e perseguição na internet.

Histórias como esta têm se repetido em várias partes do mundo

Em 2006, o estudante de Educação Física, Thiago Arruda, 19, foi alvo de uma comunidade no Orkut, criada apenas para inventar boatos sobre os moradores da cidade de Ponta Grossa, no Paraná. Chamado de “homossexual e pedófilo” e agredido nas ruas por pessoas que acreditavam nas acusações, Thiago suportou quase um ano de humilhação até que, em março do ano passado, ele escreveu na internet que caso as agressões não parassem, ele se mataria. A resposta que teve dos membros da comunidade foi um incentivo ao suicídio, em que até mesmo o “melhor método” foi ensinado. No dia seguinte às mensagens, Thiago foi encontrado morto dentro do seu carro, estacionado na garagem de sua casa. Com uma mangueira no escapamento do automóvel, ele levou o fluxo de monóxido de carbono (gás que, quando inalado em grandes quantidades causa morte por asfixia) e morreu sufocado. Na época, a polícia do Paraná chegou a identificar alguns membros da comunidade, mas ninguém foi preso.

O Brasil e a Internet, um problema!

Novembro 29, 2005 Brasil, educação, inclusão digital Novos dados reforçam a tese apresentada abaixo sobre os desafios do Brasil para garantir a participação da população na web. A pesquisa divulgada pelo Comitê Gestor da Internet (CGI) mostra que a maior parte da sociedade está excluída da vida digital. Em relação ao uso residencial, apenas 13,8% da população usam computador diariamente, e 16,6% têm um computador em casa. Desse universo, apenas 9,6% da população usa a internet diariamente. Entre os usuários não assíduos, o número de brasileiros que acessou a internet nos últimos três meses sobe para 24%. Entre esses, apenas 8,64% utilizam a web para ler notícias. O Distrito Federal é a região com o maior número de computadores em casa – 31% dos domicílios -, seguido pela região metropolitana de São Paulo (27%), de Curitiba (23%), do Rio de Janeiro (22%) e de Porto Alegre (21%). Entre as classes sociais, apenas 2% dos domicílios de moradores das classes D/E têm computador. Mas, se nas residências o Brasil mostra um abismo social de inclusão digital, o número em relação às empresas surpreende. 96% delas tiveram acesso à internet nos últimos 12 meses. Não dá para dizer se 96% das empresas têm acesso à internet hoje, mas imagino que esse número não caia muito. E, mais uma vez, a mola propulsora desse fenômeno são os serviços governamentais e bancários. Os dados completos da pesquisa estão em http://www.nic.br/indicadores/usuarios/ e trazem informações preciosas sobre locais de acesso da população por região do país, escolaridade e renda e também sobre os níveis de interação na internet. Alguns destaques. * 5,36% da população brasileira acessou sites de relacionamento nos últimos 3 meses. * 2,49% criaram ou atualizou blogs * O maior número de blogueiros do Brasil está no Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo. * 4,42 têm capacidade para criar uma página pessoal É mais uma pesquisa que aponta para o problema latente de crescimento da internet brasileira. Sem incentivo público ou privado, a inclusão digital não será feita tão cedo. E a pesquisa do CGI bate com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), com dados consolidados sobre 2004, que mostra um número semelhante de residências com computador, 16,3%. A PNAD mostra também, por outro lado, que 90,3% dos domicílios têm TV e 87,8% rádio. Tudo isso pode ser traduzido nesses números da PNAD. Em 2004, 8.535.351 de brasileiros tinham acesso à internet. 140.510.264 não tinham.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Internet e Pornografia

A Internet está facilitando a divulgação da pornografia infantil no País. Apesar de proibidas pela legislação brasileira - de acordo com o artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime "fotografar ou publicar cena de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança ou adolescente"-, imagens de crianças na faixa de 3 a 11 anos envolvidas em cenas de sexo explícito podem ser encontradas na rede. Existem pessoas e empresas que colocam à disposição do público arquivos com fotos pornográficas. Depois de localizadas, elas passam a circular entre usuários da rede e até em locais que poderiam ser considerados públicos - como as salas de bate-papo com imagens. A crescente presença da pornografia infantil na Internet, revelada em matéria publicada pelo Estado, chocou a opinião pública. Ouvido pela reportagem, o procurador de Justiça Paulo Afonso Garrido, coordenador do Centro Operacional das Promotorias da Infância e da Juventude, surpreendeu-se com a perversa tranqülidade com que o crime trafega no ciberespaço. No próprio microcomputador do Ministério Público, a repórter acessou várias páginas eletrônicas, editadas em diferentes locais do Brasil. Quando as imagens surgiram na tela, o procurador espantou-se. É estarrecedor, reagiu. O aparecimento da pornografia infantil na Internet, reacendeu o debate a respeito do estabelecimento de mecanismos técnicos, éticos e jurídicos eficazes no combate à delinqüência eletrônica. O problema, independentemente da indignação provocada por algumas páginas pornográficas, não é de fácil solução. Envolve inúmeras dificuldades de caráter político e operacional. Eventuais controles esbarram com uma dificuldade concreta: o caráter mundial da Internet relativiza e enfraquece o poder coercitivo das legislações nacionais. Um mundo que não é capaz de estabelecer uma política unitária no combate às drogas, dificilmente conseguirá desenhar uma plataforma comum na guerra à pornografia. A decisão da Corte Suprema dos Estados Unidos, que rejeitou o projeto que previa prisão por dois anos e multa de até 250.000 dólares, para quem colocasse na rede material considerado indecente, foi um banho de água fria nas tentativas de regulamentação jurídica. Com a derrota do presidente Bill Clinton, que defendia a censura na Internet, os esforços nacionais não passarão de um jogo de faz-de-conta. Na verdade, medidas preventivas são praticamente inexeqüíveis. Segundo especialistas no assunto, policiar um sistema tão vasto e com tantos recursos técnicos seria uma tarefa extremamente cara e de resultado incerto. Embora seja possível bloquear o acesso aos sites publicamente conhecidos como pornográficos, os programas de filtro de conteúdo, freqüentemente apresentados como alternativa para impedir o acesso às páginas inconvenientes, são de eficácia duvidosa. As páginas contendo pornografia infantil vivem à sombra da clandestinidade. Tratando-se de atividade claramente criminosa não estão presentes nos catálogos de endereços. Como os filtros costumam apoiar-se em palavras-chave como sexo, acabam não só impossibilitando o ingresso em endereços pornográficos, mas também em páginas científicas, educativas, etc. Paradoxalmente, conteúdos moralmente corrosivos, mas redigidos com o cuidado de evitar as palavras "proibidas", seriam exibidos. O bloqueio de fotos (ou imagens) é tecnicamente ainda mais complicado. Afinal, precisar automaticamente o conteúdo de uma imagem.é o principal problema da área de pesquisa conhecida como "visão computacional". Algumas medidas, no entanto, podem ser adotadas. Quando identificados, os responsáveis pela divulgação de pornografia infantil, racismo ou incitamento ao ódio, devem ser rigorosamente punidos. A censura prévia, indesejável e tecnicamente inviável, não elimina o necessário enquadramento do criminoso comprovado. Pode-se, também, estimular mecanismos de auto-regulamentação. Associações de provedores, à semelhança do que ocorre na área de publicidade, com o Conar, poderiam definir um código de ética, conferir selos de qualidade para quem assumisse o compromisso de não difundir material imoral ou anti-social, publicar listas negras com nomes dos indesejáveis do ciberespaço, etc. Os problemas levantados pelo mau uso da Internet, são infinitamente menores que os benefícios trazidos por esse fascinante canal de aproximação dos povos, de democratização dos conhecimentos e de globalização da solidariedade. Seus desvios não serão resolvidos por meio de tutelas governamentais. Na verdade, a Internet salienta uma nova realidade: chegou para todos, sobretudo para a família, a hora da liberdade e da responsabilidade. Se a família não cumprir o seu papel, não será o paternalismo do governo que preencherá esse espaço com a devida competência. Não há regulamento capaz de suprir a ausência da família. A educação para o exercício da liberdade é o grande desafio dos nossos dias. Como salientou matéria do The Economist, "ao atingir tantas pessoas, com tanta facilidade, a Internet pode resultar, ironicamente, em que as pessoas precisem menos dos governos, à medida que coloca a tecnologia nas mãos de quem a quiser. Os crivos contra a pornografia não são perfeitos, mas são menos permeáveis do que os toscos instrumentos brandidos pelos censores do governo". A aventura da liberdade, desguarnecida de ilusórias intervenções do Estado, acabará gerando uma sociedade mais consciente e amadurecida.

Mais uma vítima das redes sociais


Os perigos da internet para as crianças

A menina de 11 anos adora maquiagem e o grupo mexicano RBD. Mas paixão mesmo ela tem pelo Orkut. Freqüenta o site de relacionamentos mais popular do mundo desde os 9, quando se juntou a uma prima da mesma idade para montar o perfil de cada uma. As duas esconderam dos pais a então novidade. Até que, há alguns meses, uma delas se assustou. Um homem de 54 anos mandou mensagens convidando-a para um encontro. “Não gostei, fiquei com medo e acabei contando para o meu pai. Ele brigou feio comigo”, lamentou a estudante de uma escola pública do Plano Piloto.


A bronca do pai tem uma razão, além da falta de confiança da filha: os perigos do Orkut. Sem noção da vastidão do território virtual, crianças e adolescentes acabam expostos a pedófilos, racistas e preconceituosos dos mais variados tipos e idades. São os mesmos bandidos digitais que usam o site, pertencente à empresa Google, para arriscar encontros e incentivar comportamentos anti-sociais. A Safernet Brasil, especializada em combate a crimes na internet, recebeu 76.675 denúncias contra o Orkut entre janeiro e outubro. É um caso a cada 5 minutos e 45 segundos.

Na capital do país, a ameaça cibernética começa na infância. Existem hoje brasilienses de 7 anos com perfis detalhados em uma ferramenta virtual que deveria admitir apenas pessoas com mais de 18 anos. O Correio ouviu, durante a semana, histórias contadas por meninos e meninas internautas de 7 a 12 anos. Estudantes de escolas públicas ou particulares, de classes baixa, média ou alta, revelaram um problema para pais e educadores: o uso sem controle de programas de mensagens instantâneas (MSN) e de sites de relacionamento.

A reportagem esteve, na última quarta-feira (12/11), diante de uma turma do 3º ano do ensino fundamental de uma escola pública do Plano Piloto — a mesma da menina de 11 anos assediada por mensagem. Dos 33 alunos entre 8 e 12 anos, mais de um terço admitiu manter perfis no Orkut. Alguns com o consentimento dos pais. Outros em segredo, por pressão dos coleguinhas. Um dos garotos mais comportados da sala, por exemplo, contou como faz para acessá-lo. “Minha mãe não deixa. Por isso, quando ela pede para comprar pão, pego mais dinheiro e vou numa lan house”, explicou.

Alguns colegas o copiam. Se não entram no site em lojas de jogos em rede, navegam nas casas de amigos que têm permissão dos pais para visitar qualquer endereço eletrônico. Até criam mais de um perfil para despistar os pais. As turmas do colégio acabam interligadas pelo Orkut, entre fóruns de discussão, trocas de fotos e enquetes virtuais. “A turma da 3ª série autoriza no Orkut os coleguinhas da 4ª e da 5ª e não pára mais. Em pouco tempo, o site domina as conversas na escola”, contou uma professora de 46 anos, há 23 como educadora.

A exposição dos alunos aos perigos na internet — um deles foi chamado para um encontro na Rodoviária — fez com que ela criasse um perfil para acompanhar a garotada. Descobriu que, no Orkut, usam apelidos, trocam os nomes e mentem a idade. O susto a obrigou a conversar com três pais. Alguns ignoravam que os filhos entravam no site. Ou insistiram que a criança nem mesmo sabia mexer na internet.

Fique atento!


Abuso Sexual

Quem é o Agressor Sexual ?!

Mais comumente quem abusa sexualmente de crianças são pessoas que a criança conhece e que, de alguma forma, podem controla-la. De cada 10 casos registrados, em 8 o abusador é conhecido da vítima. Esta pessoa, em geral, é alguma figura de quem a criança gosta e em quem confia. Por isso, quase sempre acaba convencendo a criança a participar desses tipos de atos por meio de persuasão, recompensas ou ameaças.

Mas, quando o perigo não está dentro de casa, nem na casa do amiguinho, ele pode rondar a creche, o transporte escolar, as aulas de natação do clube, o consultório do pediatra de confiança e, quase impossível acreditar, pode estar nas aulas de catecismos da paróquia. Portanto, o mais sensato será acreditar que não há lugar absolutamente seguro contra o abuso sexual infantil.

Segundo a Dra. Miriam Tetelbom, o incesto pode ocorrer em até 10% das famílias. Os adultos conhecidos e familiares próximos, como por exemplo o pai, padrasto ou irmão mais velho são os agressores sexuais mais freqüentes e mais desafiadores. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes.

Esses casos começam lentamente através de sedução sutil, passando a prática de "carinhos" que raramente deixam lesões físicas. É nesse ponto que a criança se pergunta como alguém em quem ela confia, de quem ela gosta, que cuida e se preocupa com ela, pode ter atitudes tão desagradáveis

VIOLÊNCIA VIRTUAL


É consenso que vivemos num mundo violento.
Basta ligarmos a televisão, o radinho do carro, ou abrirmos um jornal, e já nos deparamos com uma avalanche de notícias violentas que em última análise expressam a tensão da sociedade em que vivemos. E não faltam tentativas de explicações para a epidemia das violências:
Falta de investimento em educação, em políticas sociais, desagregação das famílias, drogas, falta de Deus. Mas o fato é que o mundo evoluiu, se é que podemos falar em "evolução", e a violência chegou aos computadores. Não faz muito tempo, lia que a Justiça já se colocava para analisar e regulamentar , através das leis, os crimes pela INTERNET. E mais recentemente ainda me chegou a informação via mídia sobre "CYBERBULLYING",(não sabia do que se tratava) que espantosamente trata-se de "infrações" cometidas por menores, nas quais outras pessoas , inclusive pessoas amigas, são expostas pela "turma", à situações constrangedoras, de forte humilhação, via divulgação de filmes pela internet. A nós que somos pais...é de espantar tal ocorrência. Às vezes nos custa entendermos certos comportamentos, mas é justamente na adolescência que certas crueldades via desvio de comportamentos começam a se manifestar. A tal da "turma" tem um poder fortemente determinante ou modulador nos comportamentos coletivos, e na tentativa de se aclamarem "líderes", certos adolescentes enveredam pelo caminho da violência, e as drogas funcionam muitas vezes como catalizadores num terreno biológico susceptível entre tantos fatores sociais deflagadores. E muitas das agressões são veladas, colocadas no subliminar das convivências, pricipalmente se nossos filhos compõem o grupo dos considerados "diferentes", pelo próprio ambiente escolar, tornando-se reféns de tristes situações. Há que se resgatar urgentemente o respeito pelo outro e tal processo se inicia dentro dos lares. Pais e professores devem estar juntos e atentos. É na escola que, se considerarmos o número de horas diárias que nossos filhos passam por lá, situações sérias podem estar ocorrendo sem que sejam devidamente percebidas e trabalhadas. Violência e crueldade existe entre crianças e adolescentes, embora nos seja difícil acreditar na possibilidade...e atentem, em todas as classes sociais. E com o advento da internet propaga-se pelo mundo em frações de segundos, fugindo do controle das nossas mãos. Cabe a nós observarmos o nosso entorno. Embora virtual...a mais real e instantãnea das violências mundanas.

Cyberbullying: uma triste violência da internet


Agressões, xingamentos e humilhação na internet? Muitas pessoas sofrem com esse tipo de bullying on-line. Descubra o que pode ser feito para se defender desse tipo de violência.
Ana Carolina Favano, 20, e Leandro Rocha, 21, já estavam juntos há 4 meses quando a vida dos dois tomou um rumo completamente novo: enquanto ele passou a ser reconhecido em todo o País como Gee, o guitarrista da NX_Zero, ela descobriu que namorar celebridades pode ser motivo para ser perseguida e humilhada através da internet. Acostumada a viver no anonimato, Ka (como gosta de ser chamada), tomou um susto quando percebeu que já não era mais tão anônima assim. Primeiro, vieram os inúmeros perfis fake no Orkut, passando-se por ela. Logo, surgiram os comentários maldosos a seu respeito e as fotos alteradas do Photoshop que distorciam sua imagem.
Em pouco tempo, já existiam dezenas de comunidades criadas apenas lhe agredir, envolvendo inclusive o nome de suas irmãs (uma delas, gêmea de Carol). Segundo Ana Cláudia Favano, mãe da Ka, a fase foi difícil: “Ela ficou muito chateada. Foi um inferno mesmo. Sofremos muito constrangimento. No início, meu marido e eu ainda respondemos algumas vezes às agressões virtuais, mas em outubro de 2007, a situação ficou insustentável”. Foi a partir de então que a família resolveu procurar orientação jurídica e descobriu que aquele era um caso conhecido por cyberbullying, em que usuários se valem do anonimato da internet para maltratar, humilhar e constranger alguém através de email, blogs, MSN, fotologs e sites de relacionamento como Orkut e Myspace. Mais instruídos — e com a ajuda de diversas fãs do NX-Zero —, os pais de Carol entraram em contato com o Google e conseguiram retirar do ar alguns perfis e comunidades difamatórias e descobrir a identidade real de vários envolvidos no cyberbullying. Aos poucos, a situação melhorou e hoje Carol convive bem com o fato de namorar alguém famoso. “Leandro sempre me disse que ia ser difícil. No começo, me sentia muito mal vendo as pessoas usar minhas fotos, invadir minha privacidade. Não conseguia entender todas essas coisas, mas aprendi a lidar com isso de maneira que não impeça nossa felicidade”, disse Carol.

Reportagem!

Nos laços (fracos) da internet!

"Em nenhum outro país as redes sociais on-line têm alcance tão grande
quanto no Brasil, com uma audiência mensal de 29 milhões de pessoas.
Mas ter milhares de amigos virtuais não deixa ninguém menos solitário"


As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Bra-sil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro, ou bem mais do que isso. No mês passado, uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que 7,3% dos adultos com acesso à internet fizeram sexo com alguém que conheceram on-line. Os brasileiros já dominam o Orkut e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 6 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um a atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Em nenhum outro país existe um entusiasmo tão grande pelas amizades virtuais. Qual é o impacto de tais sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: "Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal".

Perigos das Redes Sociais


Hoje em dia, vemos apenas alguns dos riscos que possam vir a surgir devido à utilização das redes sociais. Um deles está relacionado com a eliminação do perfil. Para ser mais específica, quando os nossos dados forem disponibilizados na internet permanecerão lá para sempre, mesmo que apaguemos o nosso perfil. Pois, pode haver cópias feitas por terceiros, publicadas noutros lugares , ou ainda os nossos comentários noutros perfis podem servir como links para o nosso perfil. Para acrescentar, os serviços de arquivo na internet preservam toda a informação, embora aparentemente estar oculta. Por sua vez, quem proporciona o serviço da rede social recusa-se, muitas vezes, a pagar o conteúdo dos perfis sendo dessa forma muito fácil aceder a esses dados sempre que queira. Um dos grandes perigos das redes sociais é o facto de não podermos afirmar, com toda a certeza, que a pessoa com quem partilhamos as nossas informações seja realmente quem diz ser. Apenas podemos ter a certeza que as partilhamos não só com os nossos “amigos”, mas também com um número incontável de desconhecidos.

Vantagens e desvantagens

Vantagens das Redes Sociais aplicadas no Ensino
Estas são algumas das vantagens que obtidas na utilização das redes sociais quando aplicadas no ensino:

• O aluno passa a ter um papel mais activo na etapa de aprendizagem;
• Maior colaboração e partilha de ideias entre colegas/colegas e alunos/docentes;
• Qualquer interveniente pode criar e enviar textos, áudio e vídeo para a Internet;
• Permite a ligação entre pessoas com perfis idênticos, visto que estas redes tem uma descrição dos interesses dos criadores, dos seus gostos e preferências;
• Permite que duas ou mais pessoas editem um documento em tempo real na Internet, que poderá ser integrado em trabalhos a desenvolver (projectos colaborativos) como é o exemplo em que nos enquadrámos;
• A motivação dos alunos aumenta quando a sua escrita passa a ser lida por milhares de pessoas em vez de apenas algumas.

Desvantagens:
Não podem ser consideradas como muitas as desvantagens destas redes ao serem aplicadas no ensino e aprendizagem, contudo achamos que há alguns aspectos a ter em consideração, entre os quais o facto de este sistema poder causar um certo “afastamento físico”entre o professor e o aluno, sendo a sua relação e cooperação feita somente num aspecto virtual o que pode acarretar certas desvantagens a nível da humanização e do contacto humano. Outro aspecto é o facto de apesar do utilizador estar em contacto com várias pessoas ligadas as sua redes sociais, este pode inconsequentemente isolar-se cada vez mais do mundo e das pessoas que os rodeiam, sendo estes família, amigos, até mesmo pessoas do seu local de trabalho ou de ensino.

Impacto das redes Sociais no Trabalho


Qual o impacto das redes sociais sobre você?
O que posso dizer é que hoje não passo um dia sem dar aquela “twittada”, seja ela para expor meu estado atual, ou divulgar algo que publiquei aqui no site. Possivelmente você tenha acessado este texto por eu ter divulgado este link no Twitter, o que mais tenho a dizer a você: Obrigado por ser meu seguidor e confiar nos textos que publico.

Assim como uma ótima forma de divulgação as redes sociais podem lhe levar do céu ao inferno, exponha-se, porém não seja o “palhaço” da turma. Saiba que empresas também acessam e cada vez mais utilizam as redes de sociabilização para contratar novos funcionários, seja você alguém a procura de um emprego e publica fotos da festa em que você literalmente “tomou todas” ou participar de comunidades como: “eu odeio trabalho”, “odeio meu chefe”, podem acabar sujando seu currículo.

Use, usufrua e participe das redes sociais, seja “socialmente” participativo este é o lema.

Impactos das redes sociais na educação

O que são as redes sociais


Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas (ou organizações, territórios, etc.) - designadas como nós – que estão conectadas por um ou vários tipos de relações (de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc.), ou que partilham crenças, conhecimento ou prestígio.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Chega!

Não ao bullying virtual!

Chega de mensagens maldosas na internet! Diga não aos xingamentos online!

Fazer comentários maldosos, dizer que alguém é estranho(a), feio(a), gordo(a), fazer montagens com as fotos alheias, espalhar mentiras ou segredos de outra pessoa por e-mail: tudo isso é conhecido como bullying virtual, cyberbullying ou online bullying.

Não apoiamos isto e acreditamos que vocês também não acham isto naaada legal! O bullying virtual uma atitude criminosa que pode prejudicar de verdade a vida de quem vira alvo dela.

Não ao bullying virtual!