segunda-feira, 31 de maio de 2010

Comunicar é a base para tudo, seja de que forma for, escrita, por gestos, através de uma expressão facial, por imagens, vídeos ou qualquer outra forma é essencial para uma boa interacção. Nas empresas isto não é excepção pois é preciso cativar e contactar com clientes, fornecedores, colaboradores e accionistas por isso é preciso estar sempre a pensar na melhor forma para o fazer.
Assim, após a recolha, análise e organização de informação e tendo em conta os objectivos da empresa, sugeria a utilização do Ning pelas suas características que apelam a que as pessoas criem a sua própria rede de acordo com os seus interesses. No entanto, o Facebook é a rede social mais utilizada em diversos países e tendo em conta que se pretende chegar a novas audiências isto é uma mais-valia. E o Linkedin é muito utilizado por profissionais.
Outra sugestão é o Second Life que com tantos casos de sucesso da utilização deste ambiente virtual e com tudo o que nos oferece parece-me uma boa opção para chegar a um público de todas as idades e dinamizar a interacção da empresa com algo novo a oferecer porque as pessoas gostam é de novidades. No Second Life podia-se fazer actividades, reuniões, dar formação, divulgar eventos e outras actividades e por exemplo fazer simulações para que houvesse não só uma maior interacção com o cliente mas também com outras pessoas que podiam testar o produto e dar a sua opinião.
Para além destas ferramentas, a utilização de Wikis, Social Bookmarking e Software Social são uma grande ajuda no desenvolvimento de projectos, não só para a equipa como também para o cliente que pode acompanhar o seu desenvolvimento mais de perto.
Para finalizar acho importante referir que talvez no final do ano sairá uma nova ferramenta Google Wave que vai disponibilizar muitas características vantajosas para as empresas, para além de ser uma novidade e talvez cresça significativa e rapidamente.
Fernanda Pereira De Souzan nº15
Conclusão
Por tudo isto, parece-me ser do relevante interesse de todos que se exija uma maior regulação e um enquadramento legal na utilização da Internet e das redes sociais. Tratando-se de um espaço onde se reproduzemCamila S. Lopes - Número: 08
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Como se defender do cyberbullying
Redes sociais e o impacto delas sobre a vida diária de um usuário comum.
Hoje, são mais de 300 redes sociais no mundo. No Brasil, a rede social mais conhecida é o Orkut, o mais bem sucedido portal no país. De acordo o Ibope/NetRatings, em maio de 2008, o Orkut registrou 16 milhões de internautas residenciais. Ainda de acordo com esse estudo, 20,6 milhões de pessoas navegam em sites de mídia social na Internet residencial brasileira por mês, equivalente a 88,6% do total dos usuários ativos.
TRAGÉDIA!

Os casos de cyberbullying, no entanto, nem sempre terminam de forma pacífica. Estados Unidos, Megan Méier, de apenas 13 anos, foi mais uma vítima. Durante um mês ela manteve um “namoro virtual” com um jovem de 16 anos chamado Josh Evans, que havia conhecido através do MySpace. O romance terminou quando o rapaz subitamente passou a agredi-la e mandou-lhe uma mensagem dizendo que “o mundo seria melhor se você não existisse”. No dia seguinte, jovens que tinham link para o perfil de Josh no MySpace aderiram à briga e passaram a insultar Megan. A adolescente deixou o computador e foi para seu quarto aos prantos. Apenas 15 minutos depois, sua mãe encontrou-a enforcada. Algumas semanas depois da morte de Megan, os pais dela descobriram que Josh Evans era, na verdade, uma vizinha de 47 anos que morava a quatro casas de distância da família, e havia inventado o perfil junto com sua filha “apenas para zoar”. O caso chocou a população e os vereadores locais aprovaram uma lei para punir os casos de assédio e perseguição na internet.
Histórias como esta têm se repetido em várias partes do mundo
Em 2006, o estudante de Educação Física, Thiago Arruda, 19, foi alvo de uma comunidade no Orkut, criada apenas para inventar boatos sobre os moradores da cidade de Ponta Grossa, no Paraná. Chamado de “homossexual e pedófilo” e agredido nas ruas por pessoas que acreditavam nas acusações, Thiago suportou quase um ano de humilhação até que, em março do ano passado, ele escreveu na internet que caso as agressões não parassem, ele se mataria. A resposta que teve dos membros da comunidade foi um incentivo ao suicídio, em que até mesmo o “melhor método” foi ensinado. No dia seguinte às mensagens, Thiago foi encontrado morto dentro do seu carro, estacionado na garagem de sua casa. Com uma mangueira no escapamento do automóvel, ele levou o fluxo de monóxido de carbono (gás que, quando inalado em grandes quantidades causa morte por asfixia) e morreu sufocado. Na época, a polícia do Paraná chegou a identificar alguns membros da comunidade, mas ninguém foi preso.
O Brasil e a Internet, um problema!
Novembro 29, 2005 Brasil, educação, inclusão digital Novos dados reforçam a tese apresentada abaixo sobre os desafios do Brasil para garantir a participação da população na web. A pesquisa divulgada pelo Comitê Gestor da Internet (CGI) mostra que a maior parte da sociedade está excluída da vida digital. Em relação ao uso residencial, apenas 13,8% da população usam computador diariamente, e 16,6% têm um computador em casa. Desse universo, apenas 9,6% da população usa a internet diariamente. Entre os usuários não assíduos, o número de brasileiros que acessou a internet nos últimos três meses sobe para 24%. Entre esses, apenas 8,64% utilizam a web para ler notícias. O Distrito Federal é a região com o maior número de computadores em casa – 31% dos domicílios -, seguido pela região metropolitana de São Paulo (27%), de Curitiba (23%), do Rio de Janeiro (22%) e de Porto Alegre (21%). Entre as classes sociais, apenas 2% dos domicílios de moradores das classes D/E têm computador. Mas, se nas residências o Brasil mostra um abismo social de inclusão digital, o número em relação às empresas surpreende. 96% delas tiveram acesso à internet nos últimos 12 meses. Não dá para dizer se 96% das empresas têm acesso à internet hoje, mas imagino que esse número não caia muito. E, mais uma vez, a mola propulsora desse fenômeno são os serviços governamentais e bancários. Os dados completos da pesquisa estão em http://www.nic.br/indicadores/usuarios/ e trazem informações preciosas sobre locais de acesso da população por região do país, escolaridade e renda e também sobre os níveis de interação na internet. Alguns destaques. * 5,36% da população brasileira acessou sites de relacionamento nos últimos 3 meses. * 2,49% criaram ou atualizou blogs * O maior número de blogueiros do Brasil está no Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo. * 4,42 têm capacidade para criar uma página pessoal É mais uma pesquisa que aponta para o problema latente de crescimento da internet brasileira. Sem incentivo público ou privado, a inclusão digital não será feita tão cedo. E a pesquisa do CGI bate com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), com dados consolidados sobre 2004, que mostra um número semelhante de residências com computador, 16,3%. A PNAD mostra também, por outro lado, que 90,3% dos domicílios têm TV e 87,8% rádio. Tudo isso pode ser traduzido nesses números da PNAD. Em 2004, 8.535.351 de brasileiros tinham acesso à internet. 140.510.264 não tinham.
